Abrir um negócio não precisa significar começar uma empresa do zero. Essa é uma das ideias que ajudam a explicar a força do franchising: o empreendedor entra em uma operação que já possui marca, processos, conhecimento acumulado e um modelo estruturado. Ainda existe risco, como em qualquer negócio, mas há uma diferença importante entre descobrir sozinho como tudo funciona e começar acompanhado por uma estrutura já testada.
E os números mostram que os brasileiros continuam apostando nesse caminho. Segundo a Associação Brasileira de Franchising (ABF), o setor atingiu R$ 301,7 bilhões em faturamento em 2025, crescimento nominal de 10,5% sobre 2024. O país encerrou o período com mais de 202 mil operações e quase 1,8 milhão de empregos diretos no franchising. Além disso, todos os segmentos acompanhados pela entidade apresentaram crescimento no ano. Mas franquia não é tudo igual, então entenda um pouco mais conosco.
O que existe por trás de uma franquia?
Ao entrar em uma rede, o empreendedor passa a trabalhar com processos, fornecedores, padrões e conhecimentos desenvolvidos anteriormente pela franqueadora. A própria ABF destaca a importância de mapear operações, estruturar suporte, selecionar fornecedores e documentar processos antes de transformar uma empresa em franqueadora. Mas, claro, isso não significa sucesso automático.
O desempenho continua dependendo de fatores como gestão, mercado regional, capacidade comercial e execução do próprio franqueado. Porém, um modelo validado elimina parte da necessidade de descobrir cada etapa por tentativa e erro.
Na Amiste, houve tempo para isso. A empresa reúne mais de 25 anos de experiência no mercado de café, e seu modelo foi testado por 12 anos antes do início da expansão por franquias.

Uma franquia de café que não depende apenas de vender café
Quando pensamos em uma franquia de café, é fácil imaginar uma cafeteria: loja, balcão, mesas e consumidores entrando e saindo. Porém, a proposta da Amiste segue uma lógica diferente e o foco está principalmente no mercado corporativo.
O franqueado desenvolve uma carteira regional formada por empresas, indústrias, escritórios, clínicas, hotéis, cafeterias e outros estabelecimentos.
O funcionamento pode ser resumido em quatro movimentos:
- conquistar clientes dentro da região;
- instalar máquinas adequadas a cada operação;
- fechar contratos de locação, manutenção e fornecimento;
- abastecer continuamente esses clientes com café e insumos.
É essa dinâmica que cria uma das características centrais do modelo: recorrência.
Uma única máquina instalada pode gerar lucro de diversas formas, começando pela locação mensal. Já o consumo cria demanda por reposição de cafés e insumos. Além da assistência às máquinas, que mantém o relacionamento ativo.
Dessa forma, novos contratos ampliam a carteira sem exigir, necessariamente, a abertura de um novo ponto físico. Em cidades menores, inclusive, a operação pode funcionar sem loja física.
E como esse modelo tem performado na prática?
Os resultados compartilhados pelos próprios franqueados ajudam a dimensionar operações em diferentes estágios e regiões.
Em Mato Grosso do Sul, Adriano é o responsável pelas franquias de Campo Grande e Dourados. Segundo ele, juntas, as unidades tiveram faturamentos de R$ 650 mil em maio, R$ 602 mil em junho e R$ 570 mil em julho, com margem de lucro relatada de até 27%.
Em Cuiabá, João alcançou, após aproximadamente dois anos e meio de operação, média mensal de R$ 260 mil, com lucro informado de 24%.
Já em São Paulo, Taciana relatou faturamento médio mensal de R$ 285 mil, com lucro de 29%.
Os dados anuais também mostram operações que ganharam escala. Segundo números internos fornecidos pela Amiste, em 2025:
- Luciane, de Londrina e Maringá, faturou R$ 13,55 milhões;
- Cláudia Yamashita, de Campinas, Sorocaba e Piracicaba, chegou a R$ 10 milhões;
- Adriano, de Campo Grande e Dourados, alcançou R$ 7,5 milhões;
- Bruno Morelli, de Brasília e Goiânia, faturou R$ 4,5 milhões.
No total, segundo o Relatório de Expansão 2025 da empresa, a rede Amiste movimentou mais de R$ 56 milhões naquele ano.
Esses são resultados históricos de unidades específicas e não representam garantia de faturamento ou rentabilidade para novas operações. Entretanto, ajudam a mostrar como uma carteira B2B pode assumir diferentes proporções de acordo com região, maturidade e execução.

Reconhecimento que também vem de quem está dentro da rede
Em 2025, a Amiste conquistou pela primeira vez o Selo de Excelência em Franchising da ABF. Em 2026, recebeu novamente a chancela, permanecendo na categoria Pleno.
O reconhecimento ganha um significado especial porque o processo considera a percepção dos próprios franqueados sobre a atuação da franqueadora, suporte e relacionamento com a rede.
Ou seja, não se trata apenas de expansão. Trata-se também da estrutura que acompanha quem está expandindo junto com a marca.
Talvez sua próxima empresa comece com uma xícara
O mercado brasileiro de franquias continua crescendo, mas escolher uma rede exige olhar além do tamanho do setor. É preciso entender como o negócio ganha dinheiro, de onde vem a recorrência, qual estrutura existe por trás da operação e se o modelo combina com o perfil do empreendedor.
Na Amiste, a proposta é transformar o café em uma operação regional B2B: conquistar empresas, instalar soluções e desenvolver uma carteira que cresce contrato após contrato. Aqui, o café abre a conversa e a recorrência constrói o negócio.
Quer entender se o modelo de franquia Amiste faz sentido para sua região? Fale com nosso time de expansão e solicite um estudo de viabilidade.